Black Friday

Guia de segurança: proteja sua empresa de fraudes na Black Friday

Equipe Conta Azul Equipe Conta Azul | Atualizado em: 03/05/2024 | 18 mins de leitura

Sobre o que estamos falando?

  • Infelizmente, os golpes na internet são comuns e acontecem o ano todo. As fraudes na Black Friday geram ainda mais preocupações, devido ao alto volume de vendas
  • Conhecer os tipos de fraudes mais comuns e as formas de proteção é essencial, tanto para proteger seu cliente quanto sua empresa;
  • Neste post, você vai conhecer os tipos de fraudes mais aplicadas na Black Friday, os setores e produtos mais propensos aos golpes e as melhores práticas para evitá-los.

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As fraudes na Black Friday devem ser encaradas como um ponto de atenção para os donos de empresas que estão se preparando para vender nesta data tão estratégica. 

A cautela é mais do que necessária, afinal, durante a última sexta-feira de novembro, a movimentação atípica e o grande volume de pedidos se tornam um prato cheio para a atuação de golpistas e fraudadores.

Muitos se aproveitam da correria nas empresas para aplicar fraudes, que colocam em risco os dados dos clientes, a reputação da sua marca e, especialmente, a saúde financeira do negócio. 

E se você pensa que esse tipo de problema é “coisa de empresa grande”, é melhor repensar. Para se ter ideia de como esse desafio faz parte da realidade de todos que atuam na internet, uma pesquisa realizada apontou que 62% das empresas brasileiras relataram ter sofrido algum tipo de fraude ou crime eletrônico.

Se você quer garantir que esse período de grandes oportunidades e aumento de vendas não se converta em um momento de dores de cabeça, é importante conhecer os principais golpes e como se proteger de cada um.

Para te ajudar, criamos este artigo com os principais detalhes que precisa saber sobre fraudes na Black Friday e as melhores práticas de prevenção. Neste post você descobrirá:

Tipos de fraudes na Black Friday que as empresas podem sofrer

Infelizmente, os criminosos da internet, também conhecidos como cibercriminosos, atacam o ano inteiro, mas aproveitam o grande volume de trabalho e de pedidos nas lojas virtuais durante a Black Friday para aplicar golpes.

Geralmente, eles tentam se passar por clientes para realizar compras, inclusive de itens que não entraram em promoção. O desconto é irrelevante, uma vez que são as vítimas que pagam pelas compras.

Segundo o Mapa da Fraude da ClearSale, o Brasil registrou 5,6 milhões de tentativas de fraude online em 2022. De 1° de janeiro a 31 de dezembro, o estudo analisou 312,2 milhões de pedidos realizados via e-commerce e identificou que cerca de R$ 5,8 bilhões estavam relacionados às ações fraudulentas. 

Além dos prejuízos diretos para as empresas, a questão da segurança também impacta a iniciativa de consumo das pessoas. 

Aproximadamente 67% dos brasileiros têm medo de cair em fraudes durante a Black Friday. Para evitar os transtornos, a grande maioria prioriza lojas grandes e confiáveis para fazer suas compras e aproveitar as ofertas. 

Ou seja, além de frear a intenção de consumir, as fraudes dificultam o crescimento de muitas lojas virtuais que tentam ganhar mais presença de mercado. 

Portanto, adotar boas práticas de prevenção é importante não só contra as perdas financeiras, mas também para reforçar a confiança do consumidor. 

O primeiro passo para evitar prejuízos com as fraudes na Black Friday é conhecer os principais golpes aplicados, conheça-os a seguir: 

Golpe do falso pagamento

Nesse tipo de fraude, o dono do negócio recebe comprovantes de pagamento falsos, com valores, datas e dados pessoais adulterados. 

Geralmente, o fraudador insiste em receber o pedido ou executar o serviço antes da compensação, ou seja, antes do dinheiro entrar na conta de quem está vendendo. 

Outra variação do golpe do falso pagamento acontece quando o suposto cliente envia um comprovante de depósito verdadeiro, porém, o envelope usado na transação estava vazio. 

Teste de cartões e clones

Neste golpe, o objetivo é captar os dados do cartão de crédito da vítima (número, código de segurança, nome do titular e data de validade). Essas informações são copiadas para outro cartão, que será utilizado para transações em estabelecimentos físicos ou lojas virtuais.

Contudo, antes de fazer uma compra grande – que provavelmente seria percebida pelo titular –  o criminoso faz uma série de testes como transações de menor valor, para validar os dados do cartão roubados. 

Golpe do chargeback ou estorno de compras não reconhecidas

O chargeback é o cancelamento de uma transação que não foi reconhecida pelo cliente ou que não seguiu as normas da instituição financeira do cartão de crédito. 

O golpe do chargeback ocorre quando o consumidor faz a compra normalmente, mas depois entra em contato com a operadora do cartão dizendo que não reconhece a transação.

Caso a administradora aprove a solicitação de estorno a devolução do valor é feita ao dono do cartão, e o estabelecimento fica no prejuízo.

Invasão no servidor

O servidor é o local onde ficam armazenadas todas as informações de um sistema. Ele pode ser online (na nuvem) ou físico (como uma CPU de computador). 

Contudo, caso haja falhas – as chamadas brechas de segurança – um cibercriminoso pode acessar virtualmente o servidor do sistema da sua empresa e capturar os dados pessoais e bancários dos clientes. 

De posse dessas informações, o fraudador consegue efetuar compras, roubar dinheiro até modificar a aparência da sua loja virtual, o que pode dificultar a identificação da sua empresa por parte dos seus clientes. 

Phishing

Aqui, os cibercriminosos desenvolvem sites muito parecidos aos de grandes marcas ou enviam links de páginas e perfis falsos via e-mail, mensagens de texto, WhatsApp e redes sociais.

O objetivo é, mediante o clique e o preenchimento de informações, roubar dados pessoais, senhas e informações dos cartões de crédito. 

Para evitar esse tipo de golpe, é muito importante que você fique atento a e-mails ou mensagens de fornecedores e bancos com que sua empresa trabalha. Desconfie se houver erros de informação ou português e imagens quebradas. 

E o mais importante: jamais informe dados e senhas em mensagens e ligações recebidas de outras empresas.

Já para evitar que usem o seu nome ou o do seu negócio para aplicar esse golpe em consumidores, é importante que sua empresa mantenha um mesmo padrão de comunicação e informe aos clientes sempre que houver qualquer tentativa de fraude dessa natureza. 

Sequestro de estoque

Às vezes, as fraudes da Black Friday podem ser feitas por lojas concorrentes ou pessoas mal intencionadas, visando atrapalhar as vendas.

O sequestro de estoque funciona assim:

  1. Um pedido de valor bem alto (ou vários pedidos pequenos) são feitos, todos envolvendo a mesma mercadoria;
  2. A forma de pagamento escolhida é o boleto, que geralmente tem vencimento entre dois ou três dias úteis;
  3. O estabelecimento reserva os produtos, que ficam indisponíveis para outros clientes;
  4. Porém, o boleto não é pago e a empresa perde vendas, já que aqueles itens ficaram retidos devido ao pedido fraudulento. 

Fraude de identidade 

O golpe de identidade consiste no uso de dados pessoais de terceiros para obter acesso ilegal a serviços financeiros ou contas pessoais. No caso das fraudes na Black Friday, essas informações são usadas no cadastro das lojas online.

Na maioria dos casos, o nome, endereço e número de identificação da vítima são obtidos a partir de documentos roubados. Mas também são comuns os casos de fraude amigável, na qual o criminoso se aproveita da relação com alguém próximo para utilizar seus dados indevidamente.

Outro formato comum é a fraude sintética. Nela, informações reais são combinadas para gerar documentos falsos

Por fim, existe a possibilidade de autofraude. Nesses casos, o fraudador faz uma aquisição legítima com seus dados e depois contata o banco alegando não reconhecê-la.

Uso de documentos falsos 

O uso de documentação falsa também está entre as fraudes comuns na Black Friday. Para utilizar os dados de terceiros indevidamente, os golpistas digitalizam os documentos e alteram os dados originais.

Por conta da digitalização e da alteração, os processos de verificação podem ser burlados ou atrasados. Enquanto isso, os criminosos aproveitam para realizar compras online de forma ilícita.

Empresas que sofrem com esse tipo de golpe geralmente não conseguem reaver os valores perdidos, uma vez que não é possível responsabilizar a vítima (a pessoa que teve os dados alterados) por um golpe no qual ela foi envolvida sem consentimento. 

Setores e produtos que mais sofrem golpes na Black Friday

Qualquer empresa pode ser alvo de golpes na Black Friday e em outras datas, basta não adotar processos seguros na internet.

Contudo, existem alguns produtos e setores mais visados, especialmente aqueles cujas mercadorias são fáceis para revenda e mais caras, como celulares, roupas, sapatos, bolsas de marca, jóias e até passagens aéreas. 

Como se proteger e evitar golpes nesse período?

Você não precisa ter medo de investir em promoções de vendas por causa dos golpes. Sua empresa ficará segura ao adotar medidas de proteção para evitar as fraudes.

Conheça agora as principais formas de proteger suas vendas online e manter o seu negócio longe dos cibercriminosos. 

Invista em segurança

Se você tem um site, pense que segurança é um fator tão importante quanto uma aparência atrativa para os consumidores.

Portanto, o primeiro passo é utilizar um bom serviço de hospedagem. De forma simplificada, a hospedagem é o espaço no meio digital que armazena as informações e mantém seu site online. 

Além disso, é indispensável o certificado de segurança SSL, que impossibilita a leitura dos dados em caso de invasão do site. Caso você não tenha experiência e familiaridade com esses recursos técnicos, o mais indicado é buscar auxílio de um profissional de Tecnologia da Informação (TI). 

Outra alternativa é utilizar sistemas de e-commerce, já preparados e munidos com os principais protocolos de segurança, como o Mercado Livre e a Nuvemshop

Ative a verificação de duas etapas em suas redes sociais

Ao ativar a verificação em duas etapas do WhatsApp, Telegram ou Instagram do seu negócio, dificilmente um criminoso terá acesso a suas contas.

Isso porque será solicitado o PIN, numeração de 6 dígitos que dá acesso restrito ao criador da conta. Para ativar este recurso, basta acessar as configurações dos aplicativos que você utiliza. 

Fique atento aos canais de comunicação da sua empresa

Vítimas de fraude provavelmente irão entrar em contato com sua empresa caso sua marca tenha sido utilizada em golpes de phishing ou de divulgação falsa. 

Por isso, fique de olho nos aplicativos de mensagens, nas respostas do chat das redes sociais e no e-mail de contato para verificar se chegam mensagens relacionadas ao tema.

Também fique de olho nas menções e marcações que os perfis da sua loja recebem. Afinal, pessoas também podem estar tentando avisar sobre a fraude por meio dessa comunicação. 

Verifique a identidade dos usuários do seu e-commerce 

Validar a identidade dos usuários do seu e-commerce é essencial. Afinal, só assim você consegue garantir que a pessoa que fez as compras é realmente a titular do cartão utilizado.

Portanto, consulte o fornecedor da plataforma de vendas utilizada em sua loja virtual para saber se existem recursos de verificação disponíveis para reforçar a segurança da informação.

Cada vez mais, os sites usam machine learning para monitorar as ações dos compradores dentro de um comércio eletrônico. Isso permite saber onde o usuário está conectado e como faz suas compras. Esses dados ajudam a identificar potenciais ameaças.

Entenda os padrões de compra dos clientes 

Mesmo que o sistema de proteção digital do seu e-commerce faça análises antifraude automaticamente, também é essencial conhecer os padrões de compra dos clientes. Isso permite tomar decisões mais seguras em caso de operações suspeitas.

Algumas vezes, o sistema antifraude nega pedidos de clientes legítimos. Para reduzir esses falsos-positivos e não perder vendas, é importante que a sua equipe analise manualmente as aprovações depois da verificação automática do sistema.

Essa análise vai requerer conhecimento sobre o histórico de vendas, a fim de identificar padrões de comportamento e consumo. Com base nesse estudo, fica mais fácil encontrar as compras que estão muito fora dessa padronização. 

Para identificar os padrões, utilize os dados captados até agora, tais como: 

  1. Ticket médio;
  2. Valor médio de cada pedido;
  3. Meios de pagamento mais utilizados;
  4. Tempo médio de navegação nas páginas do site.

Em último caso, se você e sua equipe estão incertos em relação à autenticidade da compra, nada impede de entrar em contato com o cliente e confirmar sua identidade e a transação. 

Fique de olho no comportamento dos fraudadores 

Além de conhecer os padrões de compra dos seus clientes, também é importante mapear os comportamentos dos fraudadores para entender quais medidas de segurança devem ser reforçadas.

Portanto, se sua empresa foi vítima de um golpe ou de uma tentativa de fraude, analise como esse problema ocorreu e o que facilitou (ou dificultou) o golpe. 

Também é importante conhecer algumas “ações clássicas” para facilitar a identificação de padrões. 

Quer um exemplo? Uma prática recorrente entre os golpistas é comprar mercadorias muito procuradas e que têm alto valor de mercado, afinal, elas são fáceis de vender no mercado paralelo e possuem grande demanda. 

Desconfie de qualquer tipo comunicação estranha

Fique atento às comunicações atípicas. E-mails solicitando pagamento urgente, links desconhecidos no WhatsApp ou ligações pedindo dados da empresa são alguns indícios para ficar de olho.

Lembre-se que os criminosos costumam usar um tom alarmante para disfarçar sua intenção e confundir as vítimas. Suas táticas envolvem desde um pedido de reembolso até o compartilhamento de links que levam para páginas falsas onde o roubo de dados é feito. 

Portanto, fique atento às comunicações que fogem um pouco do padrão ou pedidos de informações que sejam suspeitos. Não se esqueça que muitos fraudadores vão usar o alto volume de trabalho na Black Friday (que muitas vezes gera cansaço e desatenção na sua equipe) para aplicar os golpes. 

Atente-se a pedidos acima da média 

Se você tem uma planilha de vendas ou sistema de controle das transações, confira o ticket médio e fique atento a ele. Em caso de pedidos muito acima da média, desconfie, pois isso pode ser uma fraude aplicada durante a Black Friday. 

É claro que nem todos os casos são tentativas de golpe. Por isso, observe o histórico do consumidor que está fazendo um pedido alto e, se necessário, entre em contato para confirmar a autenticidade da compra.

A aquisição de muitas unidades de um mesmo produto também pode ser um sinal de alerta, especialmente se você não vende por atacado. 

O mesmo vale para compras muito abaixo do ticket médio, pois alguns fraudadores gastam diversos valores pequenos em diferentes cartões de crédito para não serem percebidos. 

Utilize softwares e meios de pagamento confiáveis

Não abra mão de sistemas e meios de pagamento confiáveis. Opte sempre por plataformas com boa reputação no mercado. Isso também aumenta as chances dos clientes finalizarem as compras no seu site.

Faça e ofereça treinamentos específicos para sua equipe

A sua equipe conhece as principais fraudes que listamos aqui neste conteúdo? Seus colaboradores sabem que não se deve clicar em links estranhos e informar os dados da empresa pelo telefone?

Informação é essencial para todos que trabalham ao seu lado. Por isso, compartilhe seus conhecimentos sobre as fraudes e, se possível, busque treinamentos especializados sobre o assunto. 

Coloque o nome do seu negócio na fatura 

Pode acreditar: muita gente esquece que fez compras e depois alega que os valores são fruto de uma fraude feita durante a Black Friday

Esse tipo de confusão pode ser evitada facilmente, basta que sua loja utilize o nome fantasia em comprovantes. Esse cuidado simples evita chargebacks e reclamações, além de facilitar a identificação de gastos por parte dos clientes. 

Porém, fique atento aos seus direitos como lojista. Esse tipo de situação não se enquadra como golpe. Contudo, é um cuidado que ajuda a minimizar os estornos de vendas.

Garanta que o nome da sua marca apareça com clareza. Assim, o consumidor consegue se lembrar da compra e reconhece sua veracidade sem dores de cabeça. 

Verifique seus fornecedores

Pensando na prevenção contra golpistas e na defesa do consumidor, muitos empreendedores não se dão conta que as fraudes na Black Friday também podem vir dos fornecedores.

Recentemente, uma nova ação criminosa no Brasil ficou conhecida como golpe do falso fornecedor. Nela, os fraudadores se passam por representantes de empresas de fornecimento e pedem pagamentos via Pix para entregar remessas de produtos.

Para evitar problemas, fique atento. Sempre é válido checar o histórico dos novos fornecedores com quem você negocia. Inclusive, não deixe de verificar suas informações jurídicas e até antecedentes criminais.

Crie uma cultura de compliance

Além das medidas de prevenção contra as fraudes na Black Friday, procure construir uma cultura de compliance no seu negócio. 

Isso exige o envolvimento de todos na definição de uma gestão mais íntegra e transparente.

Compliance nada mais é do que o conjunto de ações necessárias para que sua empresa atue em conformidade com as leis e normas específicas do setor onde está inserida.

Trata-se de um trabalho de longo prazo. Afinal, sua implementação não termina na definição de novas políticas. Os colaboradores precisam ser constantemente capacitados e guiados por uma boa comunicação interna para entender como as regras devem ser cumpridas.

Nesse sentido, também é importante disponibilizar canais de denúncias para a equipe. Essa medida ajuda a reforçar o compliance, pois auxilia na investigação de eventuais danos à integridade da empresa causados por profissionais (sejam internos ou externos, como fornecedores). 

Alerte seus clientes sobre fraudes

Conscientizar seus clientes sobre fraudes na Black Friday é uma forma de coibir ações criminosas e ainda reforçar a confiabilidade do seu negócio, afastando a visão popular de que algumas empresas praticam a “Black Fraude”.

Além de divulgar golpes comuns e os direitos do seu público perante o Código de Defesa do Consumidor, divulgue bem as suas promoções, prazos de entrega e deixe claro quais são os canais em que sua marca vende, se comunica e faz promoções.

Dessa maneira, você estreita as relações com o público e garante que a clientela não seja vítima de criminosos se passando pela sua loja, ganhando mais foco e segurança para inovar nas vendas.

Analise os pontos fracos e pense em melhorias

Como está o estoque da sua empresa? Faltam e/ou sobram mercadorias? O atendimento recebe muitas reclamações ou elogios? Você se perde no extrato bancário com os seus recebimentos? Consegue acompanhar as suas entradas e saídas com facilidade? 

Assim como é importante buscar segurança para o seu site (caso você tenha), é fundamental analisar os processos internos da sua empresa e verificar o que precisa ser ajustado. 

Sabendo como evitar as fraudes na Black Friday, analise os seus pontos fracos e pense em melhorias para vender ainda mais.

 Para te ajudar nessa tarefa, criamos um guia completo sobre o tema. Acesse e veja como aproveitar ao máximo essa data para impulsionar o seu negócio.

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