ContaAzul e NAP IT: Competência e empatia na gestão de contas e emissão de notas

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Praticamente todo mundo já assistiu, no cinema ou na TV, ou sabe qual é o assunto quando o filme Velozes e Furiosos é citado: carros bonitos, equipados e potentes. O termo usado para definir esta transformação é “tuning”. Agora, tente aplicar este conceito a uma rede de computadores. É isso que a NAP IT - Network Solutions faz, desde 2011.

Emita Notas Fiscais de sua empresa dentro de um sistema de gestão para evitar erros

Mas calma, não pense que o objetivo de Rodrigo Alabarce, 33 anos, ao fundar a empresa era transformar seu computador numa árvore de natal. Deixe o adjetivo bonito de lado e pense mais no equipado e potente. O que Rodrigo e o sócio Lucas Alves fazem é melhorar a performance das redes de computadores através de configurações e boas práticas, sem a necessidade de novos equipamentos.

E assim como a NAP IT tem características semelhantes ao filme, também apresenta outras totalmente opostas. Lá em Porto Alegre, onde fica a sede da empresa, nada de Furiosos, a palavra de ordem é educação. Um dos alicerces da empresa é ouvir a necessidade do cliente e atendê-lo da melhor forma possível.

Aliás, esta última característica, segundo os sócios, foi o que os aproximou da ContaAzul. A empatia foi instantânea, desde o primeiro contato até o uso do aplicativo, pois era exatamente o que procuravam. Lucas conta que a empresa cresceu bastante nos últimos tempos e as planilhas de Excel, que usavam para controlar as finanças da NAP IT, não eram mais suficientes. Hoje, o mais importante para eles são a funcionalidade contas a receber e a emissão de notas fiscais.

E como vocês descobriram a ContaAzul? Como está a adaptação?

Costumamos acompanhar os cases das startups brasileiras e a ContaAzul, depois de mudar de nome, reposicionou-se no mercado. Além disso, é formada por pessoas jovens. Precisávamos de um sistema que funcionasse, mas antes disso pensamos “este pessoal se assemelha com a gente, são jovens, tiveram a oportunidade de se especializar e tem um produto bom e barato, diferenciado”. Depois, recebemos bom atendimento, com gentileza. Eles sempre nos atendem bem, com uma linguagem coloquial, simples. Foi algo peculiar escolher o ContaAzul. Nós nem sequer analisamos os concorrentes, fomos direto nele.

Usamos o ContaAzul há cerca de três meses. A adaptação está sendo bem fácil. Inclusive, eu não sabia e fui descobrir quando comecei a usar, que eu podia importar as minhas planilhas de finanças do Excel direto para o aplicativo. A satisfação vem desde daí, eu acho que o principal recurso que eu utilizo, por enquanto, é importar meu legado, as minhas finanças de outros anos. É demais.

Dá para enumerar os motivos que fizeram vocês escolherem o ContaAzul?

Então, primeiro foi uma admiração pelo trabalho da ContaAzul, pelos seus fundadores e pelo sucesso, foi uma empatia instantânea. Segundo, eles têm um preço muito competitivo. Terceiro, a gente fazia todo o controle em Excel, mas começamos a crescer – o faturamento previsto para 2013 era de R$ 300 mil, mas ultrapassou em mais de 40% – e a precisar de relatório, ter visões diferenciadas de gastos e, principal de tudo, precisávamos emitir nota de venda de equipamento. O aplicativo nos oferece tudo isso sem complicações, sem licenças caríssimas, sem nos complicar.

Estamos satisfeitos e viramos fã, pela postura que a empresa tem perante o mercado e o respeito que tem pelos clientes. É uma postura que combina muito conosco, a gente respeita muito nossos clientes e os tratamos muito bem, estando eles satisfeitos ou não, a gente procura entender o que eles precisam.

Mas, explica direito o que é este negócio de tuning de rede? E como é o trabalho de vocês no dia a dia?

A gente pega uma coisa que estava subutilizada, que vem com o padrão de fábrica, e aplica as melhores práticas de mercado, aplica o conhecimento e a experiência, e extrai da máquina o potencial dela, o que ela tem de melhor.

Um exemplo rápido. A gente fez um serviço de network health check (checagem da saúde da rede) dentro das Lojas Renner. O diretor já estava decidido a investir meio milhão para trocar os equipamentos, que não resolveria. Nós entramos lá, fizemos o tuning, analisamos todas as configurações e descobrimos que através de duas ou três linhas de configuração, coisa simples, nós conseguiríamos aumentar em quase 90% a performance. A gente, em um trabalho que durou 16 horas, conseguiu resolver o problema e fazer a empresa economizar.

O nosso serviço é baseado em configurações e monitoria de equipamentos. A gente pode conectar na empresa de forma remota, o termo usado é fazer um túnel virtual até a empresa, para mexermos nos servidores, nos arquivos, sem ter que viajar. Mas, mesmo assim, a gente vai muito aos clientes, pois temos que interagir com os equipamentos. E o cliente gosta de ver quem está operando na infraestrutura dele. Além disso, é importante dar um aperto de mão, conversar, para que haja confiança. E estamos sempre disponíveis, trabalhamos 24x7.

Como surgiu a ideia de oferecer este tipo de serviço? Conta um pouco desta história.

A nossa história começou em 2011, quando atingi um cargo de executivo dentro da HP e vi uma oportunidade para empreender. Inicialmente, passamos por dificuldades, porque as empresas nascem sem clientes, mas acabamos gerando oportunidades, pois ao mesmo tempo em que trabalhávamos, a gente prospectava, então começamos a ter clientes e serviços. No começou, éramos eu e o Lucas, hoje somos 10 consultores atuando no Sul e em São Paulo. Mas nosso objetivo é expandir pelo Brasil todo. Antes, trabalhávamos em casa. Há cerca de um ano e meio, fomos para um escritório próprio, na Avenida Carlos Gomes, em uma zona nobre de Porto Alegre.

Apostar neste nicho deu certo, pois quase ninguém faz. Quando as empresas têm problema, normalmente, elas optam por trocar os equipamentos. Nós evitamos a troca e melhoramos a performance da rede. Hoje, nossos clientes são grandes empresas, como a Souza Cruz e a Renner, mas queremos difundir também – e este é o nosso desafio –, para as micro e pequenas empresas, pois certamente elas têm os mesmos problemas que as grandes têm. Queremos entrar no mesmo nicho de mercado que a ContaAzul atua, para mostrar que os pequenos empreendedores podem ter os mesmos serviços e benefícios que as grandes têm.

Em termos de mercado, me parece que vocês incomodam um monte de gente. Estou enganada? Vocês sofrem algum tipo de pressão?

Sofremos dois tipos de pressão. Primeiro, porque concorremos com nosso revendedor de equipamentos. Quando a gente aplica uma melhoria, vai contra uma venda futura. O fabricante, muitas vezes, nos vê como parceiros, mas em alguns casos também como inimigos. Mas nós não queremos vender hardware, queremos aplicar o tuning.

E segundo, a pressão do cliente. Muitas vezes, nos deparamos com um incidente em que o software parou. Normalmente, quando chegamos à empresa o tempo já está escasso, as investigações anteriores não deram em nada e o cliente está desesperado. Aí conta a experiência. Em uma curva menor do que a média do mercado, nós conseguimos identificar e resolver o problema. Felizmente, até hoje, resolvemos 100% dos casos que pegamos.

O tuning é um serviço especializado. Vocês têm alguma estratégia especial para explicar aos clientes o que estão fazendo? Como vocês entram nas empresas?

Nós tentamos colocar palavras, usar exemplos, que o nosso público entenda. Nós tivemos uma situação com a Unimed em que todos os computadores pararam e precisávamos explicar ao um comitê executivo de médicos como resolvemos o problema. Quando nos questionaram, explicamos assim: a sua empresa possui infraestrutura como o nosso corpo possui órgãos. A sua rede de computadores são as veias, então nós aplicamos uma série de medidas, como se fossem vários remédios. A gente não sabe qual fez efeito, porque o paciente era muito grave. Agora, precisamos avaliar para diagnosticar se foi alguma questão de coração, de veia, enfim.

Colocamos algumas palavras chaves e o comitê de médicos gostou, por mais que não tenhamos dito quase nada tecnicamente. E no final das contas, aquele comentário de 10 minutos nos abriu portas para mais serviços. A comunicação com o cliente é fundamental.

Conseguimos entrar nas empresas através da análise da rede, que fazemos gratuitamente. A gente mapeia a saúde do ambiente do cliente e identifica os potenciais riscos. Podemos não encontrar nada de errado, porém, ficamos como referência para o futuro. Quando o cliente tiver um problema, vai nos chamar, pois virou uma amizade espontânea. Mas também tem a relação custo-benefício, uma hora da nossa consultoria não tem um custo astronômico.

Existe um segredo para ser um empreendedor de sucesso?

Então, um dos principais pontos é entender a necessidade do cliente, inclusive é um dos alicerces da empresa. O outro é tentar aplicar da melhor forma possível a mudança, de tal forma que não dê margem para o cliente ter dúvidas da qualidade e não dê margem para a concorrência. Além de uma boa proposta, aplicamos qualidade no serviço, em especial no pós-venda, que tem sido fundamental pra gente.

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