Negócios de pai para filho: 3 histórias inspiradoras de gestão familiar

Sobre o que estamos falando?

  • É muito comum que as empresas familiares passem por sucessões nas lideranças. Este processo, recheado de desafios para ambas as partes, pode ser mais leve e assertivo com um bom planejamento;
  • Prova disso são as histórias inspiradoras de sucesso de empresas familiares como a Hope, Tramontina e o restaurante Mocotó;
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Começar de baixo, lutar para montar a própria empresa, fazê-la crescer e, depois, repassá-la aos sucessores. Esse é o sonho de muitos empreendedores quando iniciam um negócio. 

Cheio de desafios, como o conflito de gerações e até mesmo o pouco interesse dos herdeiros, este processo de sucessão de negócios familiares não é tão simples como se imagina. 

Isso porque, de um lado, os fundadores são apegados ao negócio que desenvolveram com tanto amor e aceitar que uma nova gestão pode levar algum tempo. Do outro, os filhos podem sentir-se inseguros diante de tantas responsabilidades e não saber por onde começar. 

Mesmo com esses desafios, temos muitos exemplos de negócios familiares que prosperam. Em comemoração ao Dia dos Pais, trouxemos três histórias inspiradoras de empresas familiares que deram super certo e que, com certeza, você conhece ou já ouviu falar dessas marcas. 

Continue lendo para conferir esses cases de sucesso!

Sucessão de empresas familiares: o planejamento é essencial

Nem todos os filhos têm tempo suficiente para se preparar antes de assumir o comando da empresa dos pais. E, acredite: muitos desafios deste processo estão relacionados mais ao conflito de gerações do que ao entendimento do negócio.

Porém, a troca de comando de uma empresa familiar, precisa, necessariamente, de um planejamento. Aliado a isso, a clareza de comunicação e a transparência são fundamentais para que a sucessão se transforme em uma história inspiradora para outros jovens empreendedores.

Pais, filhos e outros membros da família envolvidos com o negócio devem conversar sempre e desde cedo, a fim de alinhar as expectativas. Dessa forma, é possível esclarecer um ponto importante: os sucessores realmente desejam ocupar aquele cargo ou vão assumir a posição apenas por serem familiares?

É importante lembrar também que esse planejamento não deve ser feito considerando apenas a geração seguinte e sim, todas as outras. Ao fazer isso, os conflitos não vão deixar de existir, porém, o processo de transição será mais leve e sem prejuízos à empresa como um todo

Afinal, toda mudança de liderança causa receio em todos os envolvidos com o negócio, principalmente dos colaboradores. O ideal é que as consequências disso não afetem negativamente o trabalho desempenhado até ali, muito menos a sua clientela. 

É possível passar por uma sucessão numa empresa familiar e conquistar o sucesso? A resposta é sim: confira no próximo tópico 3 histórias inspiradoras de negócios que passaram de pais para os filhos! 

De pai para filho: 3 histórias inspiradoras de sucesso em empresas familiares

 

1. Tramontina: Várias gerações até o sucesso

Em 1911, o filho de imigrantes italianos Valentin Tramontina saiu de Santa Bárbara (RS) e foi à cidade de Carlos Barbosa, também no interior gaúcho. Lá, montou o seu negócio próprio, a ferraria Tramontina. Na época, a famosa marca de utensílios era uma pequena oficina montada em um terreno alugado.

Em 1939, Valentin faleceu e sua mulher, Elisa De Cecco Tramontina, assumiu a empresa. A história de sucessão para o filho começou dez anos depois, quando Ivo Tramontina seguiu os passos do pai e passou a comandar o negócio.

Ele contou com a ajuda do seu amigo, Ruy J. Scomazzon. Nas décadas seguintes, a eles foram responsáveis por expandir o empreendimento e levar a Tramontina para cerca de 120 países.

A tradição da família continuou quado Clóvis Tramontina, filho de Ivo e neto de Valentim, deu sequência aos negócios. Em 1992, ele assumiu a presidência da empresa.

Mas, diferente do que muitas empresas familiares, ele não caiu de paraquedas no cargo. Antes de alcançá-lo, se preparou para isso. 

Ivo passou por vários setores da empresa e estudou bastante. Sua graduação foi em Administração de Empresas. Depois, ele fez outros cursos, como pós-graduação e MBA.

E foi assim, de pai para filho e neto que a pequena oficina fundada por Valentin tornou-se referência e é líder nacional em diversos segmentos. Atualmente, são mais de 7 mil colaboradores que atuam nas fábricas e demais unidades operacionais e comerciais.

2. Hope: De pai para filhas

Algumas das histórias mais inspiradoras e famosas de parcerias familiares nos negócios são protagonizadas por homens, ou seja, dos pais para os filhos. No entanto, muitas filhas já assumiram ou ajudaram a comandar as empresas dos pais.

Um exemplo disso é a Confecção Hope. Fundada em 1966 por Nissim Hara, empresa de lingerie com 161 lojas, se tratando de uma marca muito conhecida. Atualmente, a segunda geração da família, formada por três mulheres — Karen Hara Sarfaty, Sandra Hara Chayo e Daniela Hara Chammah —, atua fortemente no negócio. 

Com a missão dar sequência ao negócio do pai, elas assumiram cargos estratégicos e estão focadas em manter vivo o espírito empreendedor da família.

3. Mocotó: Caldo de gerações

José Oliveira de Almeida chegou a São Paulo em 1963, vindo de Mulungu, um pequeno vilarejo do sertão pernambucano. Na mala, apenas duas camisas, uma calça e um par de calçados.

Com muito esforço, conseguiu trabalhar em algumas empresas e, em 1973, montou, com dois irmãos uma espécie de empório de bebidas. Um ano depois, ganharia o nome de Bar Mocotó, por conta do famoso caldo de mocotó servido ali.

Rodrigo Oliveira, filho de José, nasceu em São Paulo, estudou engenharia ambiental e, mais tarde, gastronomia. Na segunda graduação, teve contato com grandes cozinhas do mundo, ingredientes diferentes e novas técnicas culinárias.

Ele, inclusive, teve a chance de além de estagiar com chefs renomados e rodar quase 30 mil quilômetros pelo Brasil em busca de mais conhecimento. Em paralelo a tudo isso, trabalhava no Mocotó quando, em 2004, assumiu o negócio do pai.

O resultado da receita de pai e filho trabalhando juntos são alguns conflitos de gerações, o que é normal em várias empresas familiares. Essa dupla dinâmica discute, discorda e até briga de vez em quando. Mesmo assim, construíram uma história inspiradora. 

Hoje, o Mocotó é um sucesso de crítica e de público, o que lhe rendeu diversos prêmios, como o Melhor Restaurante Brasileiro 2015, da Revista Veja. 

Além disso, Rodrigo formou uma carreira sólida e se tornou um profissional reconhecido em todo o país. Apesar de o sucessor tocar a empresa, o pai, como todo empreendedor apaixonado pelo que faz, ainda comparece diariamente para atender os clientes e assumir outras tarefas.


Reprodução: https://mocoto.com.br/

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Não são poucas as empresas familiares que ainda possuem uma gestão mais antiga, à base do papel ou planilhas. Por conta disso, os erros manuais e retrabalho fazem parte da realidade desses negócios. 

Se você herdou uma empresa assim e não sabe por onde começar, o primeiro passo é apostar na tecnologia para eliminar esses desafios. 

É fácil? Nem sempre. Afinal, durante anos e anos a empresa foi gerenciada da mesma forma que, na mentalidade de muitos donos, “deu certo senão teria fechado”

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