Como implementar a gestão de performance na sua empresa

A gestão de performance evoluiu com a tecnologia, mas continua sendo a base estratégica para o sucesso dos negócios. Descubra como implementar.

A gestão de performance evoluiu com a tecnologia, mas continua sendo a base estratégica para o sucesso dos negócios.

Seu conceito é muito simples: medir, gerenciar e direcionar resultados para aumentar o desempenho da organização.

Em outras palavras, é o processo que permite o diagnóstico constante do progresso da empresa em direção aos seus objetivos.

Se levarmos em conta todos os aspectos que envolvem a performance de um negócio, é fácil entender por que um sistema de gerenciamento integrado é necessário.

Neste artigo, vamos descobrir como gerir o desempenho sem deixar escapar nenhuma métrica:

  • O que é gestão de performance
  • Importância de gerenciar o desempenho
  • Como utilizar os indicadores-chave de desempenho (KPIs)
  • Como fazer a gestão de performance na empresa passo a passo.

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Siga a leitura e tire suas dúvidas.

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O que é gestão de performance

Gestão de performance é um conjunto de processos e metodologias que buscam alinhar recursos, pessoas e competências para atingir objetivos de forma eficaz e eficiente.

Essas atividades podem ser aplicadas a qualquer processo, departamento ou colaborador da empresa.

Para isso, são utilizados vários indicadores-chave de desempenho (KPIs) para medir o desempenho da organização e promover melhorias em todos os aspectos.

O propósito, obviamente, é elevar o nível de performance da empresa como um todo.

Na definição da consultoria Gartner, a gestão de performance (corporate performance management ou CPM em inglês) é: “Um termo guarda-chuva que abarca todos os métodos, métricas e processos que monitoram e gerenciam o desempenho do negócio.”

Assim, o sistema de gestão de performance é essencial para medir, controlar e maximizar o desempenho da organização.

Importância da gestão de performance

Como um sistema complexo e integrado, a gestão de performance se assemelha a um painel de controle que sinaliza o status da organização.

Basta pensar que cada atividade da empresa precisa ser medida e acompanhada de perto, pois o objetivo de todo negócio é crescer, melhorar e prosperar.

Logo, os gestores precisam de um sistema que indique o progresso de cada parâmetro importante para a organização.

Esses parâmetros podem ser as habilidades dos colaboradores, índices financeiros e padrões de qualidade no desenvolvimento de produtos, por exemplo.

Por isso é tão importante definir os KPIs, que são basicamente os indicadores fundamentais para monitorar desempenho.

Com a gestão de performance estruturada, os gestores conseguem ter uma visão real e integrada da situação do negócio.

Desse modo, são capazes de gerir resultados de forma efetiva, utilizando ferramentas de análise apoiadas na tecnologia.

Pense na quantidade de dados que uma empresa produz diariamente, entre relatórios, orçamentos, previsões e processos.

Sem um sistema de gestão de performance, é impossível acompanhar as operações e garantir que estejam alinhadas à estratégia, ainda mais em um ambiente de mudanças constantes.

Logo, o método é essencial para ampliar a compreensão sobre o funcionamento da empresa e construir uma cultura orientada ao desempenho.

Gestão de performance com indicadores KPI

Como já mencionamos, a base da gestão da performance está nos indicadores-chave de desempenho (os famosos KPIs).

Mas, para que o sistema funcione, é preciso criar indicadores objetivos, fáceis de medir e coerentes com os objetivos do negócio.

Vamos conhecer alguns tipos de métricas que guiam as empresas.

Indicadores estratégicos

Os indicadores estratégicos partem da missão, visão e objetivos da organização alinhados ao planejamento.

Sua função é avaliar a compatibilidade das operações com a estratégia da empresa, por meio de KPIs como o aumento da participação no mercado, liderança no segmento e cumprimento de metas em longo prazo.

Indicadores de qualidade

Já os indicadores de qualidade medem o nível de satisfação do cliente em relação aos produtos e serviços da empresa.

Alguns KPIs comuns nessa categoria são o Net Promoter Score, taxa de solução de problemas e porcentagem de defeitos em produtos.

Indicadores financeiros

Os indicadores financeiros sempre terão um papel central na gestão de performance, pois revelam a saúde financeira da empresa e sua lucratividade.

Entre os mais utilizados, estão a margem de lucro, margem de contribuição, ponto de equilíbrio e liquidez corrente.

Indicadores de vendas

Na categoria de indicadores de vendas, estão os KPIs que revelam o andamento do departamento comercial da empresa.

Para isso, são utilizados o número de leads gerados, taxa de conversão, ticket médio e ciclo de venda.

Indicadores de RH

No que diz respeito ao capital humano, a gestão de performance é focada nos KPIs do RH.

Nos processos de recrutamento e seleção, por exemplo, são utilizados indicadores como a qualidade das contratações, velocidade do processo, custo por admissão e nível de desempenho após um ano da contratação.

Para os colaboradores da empresa em geral, as métricas mais comuns são a taxa de turnover, receita por colaborador e ROI de talentos.

Indicadores de marketing

Os indicadores de marketing são fundamentais para direcionar as estratégias de divulgação e promoção da empresa.

Entre os mais utilizados, estão o custo de captação do lead, alcance e engajamento nas mídias sociais e custo de aquisição de clientes.

Como fazer a gestão de performance na empresa

Cada empresa deve elaborar e implementar seu sistema de gestão de performance de acordo com suas necessidades.

 Confira alguns passos para começar a desenvolver o seu.

1. Identifique os objetivos do negócio

Qualquer iniciativa de gestão de performance parte dos objetivos do negócio, que devem estar claros para todos os membros da organização.

Qual a missão que guia a empresa? Qual a visão para o futuro? Que objetivos devem ser alcançados em curto, médio e longo prazo?

Essas perguntas devem ser respondidas com base no todo e também em cada área da empresa, para extrair uma lista completa de objetivos que vão embasar os indicadores.

2. Crie indicadores-chave de impacto

Não adianta ficar só nos indicadores defasados como cotas de produção e metas de qualidade rasas.

Para ter um sistema de gestão de performance eficiente, é preciso criar KPIs que reflitam a realidade da organização e mensurem seus parâmetros mais críticos.

Para isso, há uma metodologia básica para definição de indicadores denominada SMART:

  • Específico (Specific): os objetivos devem ser específicos, claros e detalhados
  • Mensurável (Measurable): o objetivo precisa ser traduzido em números, interpretado e manipulado sistematicamente
  • Alcançável (Attainable): o objetivo precisa ser realista e atingível
  • Relevante (Relevant): o objetivo precisa ser relevante para a realidade da empresa
  • Temporizável (Time-Bound): o objetivo deve permitir a fixação de prazos para sua realização.

Assim, cada objetivo encontrado no primeiro passo deve ter um KPI correspondente para medir seu progresso.

3. Use as metodologias e ferramentas disponíveis

Existem várias metodologias e ferramentas que podem ser utilizadas para monitorar corretamente os KPIs e efetivar a gestão de performance.

Uma das mais conhecidas é o Balanced Scorecard, criado no final da década de 1990 pelos professores Robert Kaplan e David Norton da Harvard Business School.

Nessa metodologia, os indicadores tangíveis e não tangíveis são equilibrados para oferecer uma visão mais ampla e objetiva do negócio.

Sua função é medir o desempenho organizacional e estabelecer metas, categorizando os indicadores da empresa a partir de quatro perspectivas:

  1. Perspectiva financeira: estabelece os indicadores financeiros para medir o sucesso com base em lucratividade e criação de valor para acionistas
  2. Perspectiva do cliente: analisa KPIs como a participação de mercado, captação e retenção de cliente, com base na visão do público sobre a empresa
  3. Perspectiva dos processos internos: avaliação da qualidade dos processos internos e grau de inovação, da produção ao pós-venda
  4. Perspectiva do aprendizado e crescimento: avaliação do ponto de vista dos colaboradores e sua satisfação, analisando rotatividade, engajamento e capacitação.

Desse modo, o BSC oferece um framework para a implementação da gestão de performance.

4. Explore as opções em tecnologia

Hoje, a gestão de performance já conta com inúmeras soluções tecnológicas que facilitam sua implementação.

softwares completos que ajudam a definir a monitorar os indicadores-chave de desempenho, alinhando automaticamente o progresso às estratégias predefinidas.

Esses programas compilam informações financeiras, operacionais e comerciais em todas as áreas da empresa, pois são totalmente integrados aos sistemas ERP, CRM e demais aplicações utilizadas diariamente.

Alguns exemplos de softwares dessa categoria são o IBM Planning Analytics, Adaptive Insights e Prophix.

Também é fundamental agregar soluções tecnológicas como o Business Intelligence, que permitem transformar dados complexos em insights essenciais para a tomada de decisão.

5. Faça da melhoria contínua um padrão

Independentemente das metodologias e ferramentas que você escolher, o caminho da gestão de performance é o mesmo: fazer da melhoria contínua um padrão.

Para isso, as métricas e metas devem sair do papel e integrar o dia a dia de todos os membros da empresa, da alta liderança à base.

O segredo do sucesso dos sistemas de gestão de performance está no acompanhamento frequente, com reuniões e avaliações, além do comprometimento com as padronizações de processos.

Além disso, graças ao avanço da tecnologia, as opções para implementação da gestão de performance se multiplicaram.

A lógica dos softwares que mencionamos é a mesma da Conta Azul: oferecer uma plataforma segura e confiável para gerenciar resultados e controlar o negócio de perto.

Assim como nossos relatórios gerenciais oferecem um panorama completo da saúde financeira da empresa, a gestão de performance deve mostrar a situação atual e o caminho do progresso.

Para todos os efeitos, continua valendo a máxima da gestão: “O que não se mede não se gerencia”.

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