Tudo sobre faturamento: saiba como calcular, analisar e aumentar o seu

O faturamento é um dos indicadores mais importantes da saúde financeira do seu negócio. Veja como calcular e aumentar o seu.

O faturamento é um dos principais indicadores de saúde financeira no seu negócio, desde que você saiba usá-lo.

Para começar, faturar não é o mesmo que lucrar, e você precisa entender essa diferença para descobrir se está realmente ganhando dinheiro com a sua empresa. 

Além disso, existem vários outros indicadores que precisam ser usados em conjunto para avaliar se o negócio está faturando o suficiente, se as vendas estão tendo um bom desempenho e se você terá o lucro esperado. 

Para desvendar o faturamento e calcular seus resultados reais, é só acompanhar nosso guia:

Leia até o fim e saiba como aumentar seu faturamento e lucrar mais.

O que é faturamento

O faturamento é a soma de todos os valores obtidos com as vendas de produtos e/ou serviços na empresa em um determinado período.

Ou seja: é todo o dinheiro que entra do caixa do negócio a partir de sua atividade comercial, seja a prestação de serviços ou venda de mercadorias.

Por exemplo, se a sua loja vendeu 400 produtos a R$ 50,00, o faturamento do mês foi de R$ 20 mil. 

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Embora existam outras fontes de recursos para as empresas, como rendimentos de aplicações financeiras e atividades esporádicas, é do faturamento com as vendas que vem a maior parte do capital. 

Por isso, é um dos indicadores financeiros mais importantes para medir o sucesso da empresa e analisar seu desempenho mês a mês. 

A palavra vem do verbo “faturar”, que é usado como sinônimo de emitir nota fiscal de venda no Brasil — a famosa fatura. 

Naturalmente, todo empreendedor começa seu negócio de olho no faturamento, imaginando que faturar alto é garantia de lucro e dinheiro no bolso no final do mês. 

Mas não é bem assim que funciona, já que é preciso deduzir todos os custos para descobrir quanto realmente sobrou no caixa, como veremos adiante. 

Para que serve o faturamento

O faturamento serve, primeiramente, para mensurar a performance de vendas da empresa e entender se os produtos ou serviços estão atraindo o público conforme planejado. 

Assim, você tem uma visão clara de quanto dinheiro entrou a partir da área comercial e como anda a capacidade produtiva do negócio, além de ter uma base para acompanhar seu fluxo de caixa.

Outra utilidade do faturamento é servir como base de cálculo para os impostos que a empresa deve pagar ao governo.

Dependendo do valor faturado pela organização no ano fiscal e do regime tributário escolhido, podem ser aplicadas diferentes alíquotas e regras de tributação. 

Além disso, o faturamento também é um critério básico para definir o porte da empresa e o enquadramento jurídico adequado. 

Por fim, ele é essencial para calcular o lucro obtido e analisar a saúde financeira do negócio. 

Faturamento bruto x faturamento líquido

Existem dois tipos de faturamento que podem ser utilizados para analisar o desempenho financeiro e comercial da empresa: o bruto e o líquido.

Veja como calcular cada um deles.

Como calcular o faturamento bruto

O faturamento bruto é a conta mais simples: basta multiplicar o preço de venda do produto ou serviço pelo total de unidades vendidas no período escolhido.

Esta é a fórmula utilizada:

Faturamento bruto = preço de venda  x quantidade vendida

No caso, é preciso aplicar o cálculo a cada um dos produtos ou serviços vendidos para chegar ao valor total faturado pela empresa. 

Supondo que você tem uma agência de publicidade e tenha vendido 30 pacotes de identidade visual a R$ 1.500,00 cada no mês, o faturamento bruto mensal é de R$ 45 mil. 

Da mesma forma, uma pequena doceria que vendeu 60 unidades de brownie a R$ 5,00 cada, 50 unidades de palha italiana a R$ 6,00 cada e 100 unidades de brigadeiro a R$ 4,00 cada teve um faturamento bruto de R$ 1.000,00 no período. 

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Como calcular o faturamento líquido

O faturamento líquido é igual ao faturamento bruto menos as deduções de vendas e impostos cobrados sobre cada operação, seguindo a fórmula abaixo:

Faturamento líquido = faturamento bruto - deduções de vendas - impostos

No caso, chamamos de dedução de vendas os contratos cancelados e produtos devolvidos, por exemplo, enquanto os impostos são recolhidos de acordo com a atividade da empresa e regime tributário.

Por exemplo, imagine que você tem um salão de beleza enquadrado no Simples Nacional que paga 6% de imposto sobre os serviços prestados.

Se foram vendidos 150 cortes a R$ 70,00, 25 colorações a R$ 900,00 e 100 serviços de manicure/pedicure a R$ 40,00 no último mês, o faturamento bruto foi de R$ 37 mil.

Descontando os 6% de imposto devido (R$ 2.220,00), temos o faturamento líquido de R$ 34.780,00.  

Agora suponha que você tem uma estamparia que paga uma alíquota de 7,8% no Simples Nacional e vendeu 500 camisetas personalizadas a R$ 40,00 cada no mês, mas teve dois pedidos de 20 peças cancelados antes da confecção (R$ 1.600,00 perdidos).

Nesse caso, o cálculo fica assim:

Faturamento líquido = R$ 20.000,00 - 1.600,00 - 7,8%

Faturamento líquido = R$ 18.400,00 - 7,8%

Faturamento líquido = R$ 18.400,00 - (R$ 18.400,00 x 7,8/100)

Faturamento líquido = R$ 18.400,00 - R$ 1.435,20

Faturamento líquido = R$ 16.964,80

Logo, esse indicador é mais preciso para identificar quanto a empresa faturou no mês, pois a tributação é inevitável e as possíveis perdas devem ser consideradas nos cálculos. 

Diferença entre receita e faturamento

Em alguns casos, há uma diferença entre os conceitos de receita e faturamento, apesar de ambos indicarem quanto dinheiro a empresa ganhou.

Do ponto de vista financeiro, enquanto o faturamento é uma previsão dos valores que vão entrar no caixa, a receita é o total de pagamentos que já foram realizados e estão disponíveis no período. 

Por isso é comum ouvir a frase “faturei, mas ainda não recebi” nas empresas. 

Por exemplo, se você vende um serviço por R$ 500,00 e o cliente paga em 4 vezes no crédito, significa que você faturou R$ 500,00 mas só vai receber a primeira parcela de R$ 125,00 em receita no mês (se não recorrer à antecipação de recebíveis). 

Por outro lado, as normas contábeis brasileiras determinam que as receitas englobam tanto as receitas propriamente ditas como os ganhos, de acordo com a NBC TG 30 aprovada pela Resolução CFC nº 1.180 do Conselho Federal de Contabilidade.

No texto, a receita é definida como “aumento nos benefícios econômicos durante o período contábil sob a forma de entrada de recursos ou aumento de ativos ou diminuição de passivos, que resultam em aumentos do patrimônio líquido da entidade e que não sejam provenientes de aporte de recursos dos proprietários da entidade”.

Logo, do ponto de vista contábil, receita pode ser sinônimo de faturamento. 

Lembrando que existe a receita bruta (total de dinheiro das vendas que entrou no caixa) e a receita líquida (receita bruta menos as deduções de impostos). 

Diferença entre lucro e faturamento

A confusão entre lucro e faturamento é comum entre empreendedores, mas são conceitos bem diferentes.

Enquanto o faturamento prevê quanto a empresa vai receber pelas vendas, o lucro é a soma de todas as receitas do período menos os gastos da empresa. 

Logo, é possível faturar muito e lucrar pouco, ou até ficar no vermelho mesmo com os índices de vendas lá em cima.

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Por exemplo, se você vende muito mas tem custos altos para manter o negócio, não vai conseguir obter a margem de lucro desejada enquanto não equilibrar receitas e despesas.

Para ficar mais claro, veja quantos tipos de custo existem em um negócio:

  • Custos fixos: gastos recorrentes que não se alteram de acordo com o volume de produção, como o aluguel do escritório e folha de pagamento
  • Custos variáveis: gastos que variam conforme o volume de produção, como a matéria-prima para fabricação de produtos e impostos pagos na comercialização
  • Despesas fixas: despesas administrativas que não variam de acordo com as vendas e distribuição, como o IPTU do escritório e serviços de limpeza e manutenção
  • Despesas variáveis: despesas administrativas que aumentam ou diminuem na mesma proporção das vendas, como a comissão de vendedores.

Agora vamos entender como o lucro é calculado e sua relação com o faturamento:

Lucro bruto x faturamento

O lucro bruto é a receita total da empresa menos os custos e despesas variáveis, conforme a fórmula:

Lucro bruto = Receita total - Custos variáveis

Como vimos, a receita total é a soma de valores já pagos à empresa — se você não vendeu a prazo, esse valor será igual ao faturamento bruto.

Vamos supor que você tenha uma empresa de serviços de manutenção com os seguintes resultados no mês:

  • 120 serviços de manutenção vendidos a R$ 300,00 cada no mês
  • Custo variável de R$ 80,00 em material e mão de obra por serviço prestado
  • Imposto de  13,5% sobre as vendas (R$ 40,50 por serviço)
  • Receita total de R$ 36 mil no mês (o mesmo que o faturamento bruto, pois todas as vendas foram pagas à vista).

Logo, o cálculo será:

Lucro bruto = R$ 36.000,00 - 13,5% - (R$ 80,00 x R$ 120,00) 

Lucro bruto = R$ 31.140,00 - R$ 9.600,00

Lucro bruto = R$ 21.540,00

Nesse exemplo, o faturamento bruto seria de R$ 36 mil, mas o que realmente sobrou de lucro sobre as vendas foram R$ 21.540,00 — daí a importância de calcular o lucro e não se basear apenas no faturamento.

Mas os descontos ainda não acabaram, e você só vai saber quanto realmente vai para o bolso dos sócios no próximo cálculo. 

Lucro líquido x faturamento

O lucro líquido é o dinheiro que sobra de fato para os sócios e acionistas da empresa, depois de subtrair todos os gastos possíveis do faturamento.

Ele é dado pela seguinte fórmula:

Lucro líquido = Receita total - Custos totais

Nesses custos totais, estão inclusos os custos variáveis e também os custos e despesas fixos necessários ao funcionamento do negócio, como vimos acima na classificação de gastos.

Usando o mesmo exemplo anterior, vamos supor que a empresa de manutenção tenha os seguintes custos fixos no mês:

  • R$ 1.800,00 de aluguel do escritório
  • R$ 6.000,00 de salários 
  • R$ 1.500,00 em contas de consumo e serviços (água, luz, internet, telefone, etc.)
  • R$ 500,00 em serviços de limpeza, segurança e contabilidade
  • R$ 700,00 em suprimentos e materiais de escritório.

Já sabemos que os custos variáveis somaram R$ 14.460,00 (impostos + custos de produção), então é só aplicar a fórmula:

Lucro líquido = R$ 36.000,00 - (Custos Fixos + Custos Variáveis)

Lucro líquido = R$ 36.000,00 - (R$ 10.500,00 + R$ 14.460,00)

Lucro líquido = R$ 36.000,00 - R$ 24.960,00

Lucro líquido = R$ 11.040,00.

Portanto, você lucrou exatamente R$ 11.040,00 no mês — um valor bem diferente dos R$ 36 mil faturados.

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Se dividirmos esse lucro líquido pela receita total da empresa temos uma margem de lucro de 30%, que seria um bom resultado. 

Faturamento positivo x lucro negativo

Agora vamos entender como é possível ter um faturamento alto e ainda assim sair no prejuízo.

Ainda no exemplo acima, vamos supor que os custos do empreendedor fossem mais altos:

  • R$ 120,00 de custo de produção por serviço (R$ 14.400,00)
  • R$ 3.000 de aluguel
  • R$ 12.000,00 de folha de pagamento
  • 13,5% de imposto
  • R$ 2.000,00 em contas de consumo e serviços (água, luz, internet, telefone, etc.)
  • R$ 700,00 em serviços de limpeza, segurança e contabilidade
  • R$ 800,00 em suprimentos e materiais de escritório.

Considerando o mesmo volume de vendas e faturamento (R$ 36 mil), teríamos o seguinte resultado:

Lucro líquido = R$ 36.000,00 - R$ 37.760,00

Lucro líquido = -R$ 1760,00.

Nesse caso, o empreendedor teria um prejuízo de R$ 1.760,00 no mês, mesmo vendendo 120 serviços.

Por isso é tão importante levar em conta outros indicadores além do faturamento na hora de avaliar os resultados do seu negócio. 

Para melhorar o cenário acima, são dois principais caminhos: buscar alternativas para reduzir os custos fixos e variáveis ou procurar aumentar as vendas com estratégias de marketing. 

Faturamento e regime tributário da empresa

Como você pode perceber até aqui, o faturamento é um dos vários indicadores que ajudam a analisar a saúde financeira da sua empresa.

Mas ele também tem outra função importantíssima: compor a base de cálculo para a tributação do seu negócio.

Dependendo do faturamento bruto anual da empresa, você deverá optar por um dos regimes tributários disponíveis: 

  • Simples Nacional: é um regime tributário simplificado para micro e pequenas empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano, com alíquotas competitivas e recolhimento de impostos unificado em uma guia mensal
  • Lucro Presumido: é um regime simplificado que calcula os impostos a partir de uma base de cálculo prefixada pela legislação, com uma margem de lucro específica que muda de acordo com a atividade da empresa — qualquer empresa que fature abaixo de R$ 78 milhões pode se inscrever.
  • Lucro Real: é um regime em que os impostos são calculados a partir do lucro líquido auferido da empresa, com cobrança proporcional do IRPJ e CSLL, sendo obrigatório para empresas com faturamento anual acima de R$ 78 milhões ou que não se enquadrem nos regimes simplificados.

Cada um desses regimes possui alíquotas diferentes de acordo com o faturamento e atividades da empresa. 

Se você tem uma microempresa de comércio enquadrada no Simples Nacional, por exemplo, pode pagar de 4% até 19% ao ano de acordo com as faixas de faturamento do Anexo I, que vão de R$ 180 mil até R$ 4,8 milhões.

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Além disso, as empresas do Simples são obrigadas a apresentar a Declaração Anual de Faturamento com todas as receitas detalhadas no fim de cada ano — confira nosso post sobre como declarar o faturamento anual

Por isso é essencial fazer uma projeção de faturamento na hora de escolher seu regime tributário, procurando sempre a opção com menor carga tributária possível.

Para não cometer erros e acabar pagando mais tributos do que deveria, peça ajuda para o seu contador quando precisar mudar de regime ou fazer seu planejamento tributário

Faturamento e porte da empresa

Além dos regimes tributários, o faturamento também é um dos fatores-chave para determinar o porte da empresa:

  • Microempreendedor Individual (MEI): microempresas individuais com faturamento bruto de até R$ 81 mil anuais e no máximo um empregado contratado
  • Microempresa (ME): microempresa composta por um ou mais sócios que fatura até R$ 360 mil ao ano e possui no máximo 20 funcionários
  • Empresa de Pequeno Porte (EPP): pequena empresa com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões e até 100 funcionários
  • Empresa de médio e grande porte: empresas com faturamento acima de R$ 4,8 milhões e sem limite de funcionários.

Se a empresa ultrapassa o limite de faturamento da sua categoria, passa automaticamente para o próximo enquadramento de porte.

7 dicas para aumentar o faturamento e também o lucro

Se você fez as contas e chegou à conclusão de que precisa aumentar seu faturamento e lucro, temos algumas dicas valiosas.

Veja como melhorar os resultados do seu negócio. 

1. Comece pelo diagnóstico

Antes de tomar qualquer atitude para aumentar o faturamento, você precisa fazer um diagnóstico financeiro para entender como está a situação da empresa.

Além de calcular o faturamento e o lucro conforme mostramos ao longo do artigo, você terá que utilizar outros indicadores importantes, tais como:

Assim, você consegue identificar os gargalos atuais da empresa e traçar estratégias para ganhar mais dinheiro.

Alguns problemas comuns que impedem o sucesso financeiro nos negócios são:

  • Custos muito elevados em relação ao faturamento
  • Precificação fora da realidade do mercado ou inadequada ao público
  • Foco nos produtos errados, que trazem uma margem de contribuição inferior
  • Base de clientes pouco qualificada e ticket médio baixo
  • Problemas de posicionamento de marca, distribuição e comunicação que atrapalham as vendas
  • Falta de planejamento financeiro e capital de giro insuficiente. 

2. Controle seus custos e despesas

O controle de custos e despesas é fundamental para garantir a saúde financeira do negócio, já que é preciso gastar para ganhar no mercado.

Se você comparou suas vendas e faturamento com os resultados da concorrência e concluiu que estão dentro da média do mercado, ou dentro das suas expectativas, o problema que está atrasando seu sucesso só pode ser o gasto excessivo.

Para resolver essa situação, você terá que classificar e acompanhar de perto seus custos, cortando tudo o que for possível sem afetar a qualidade dos produtos e serviços.

Vale negociar preços com fornecedores, economizar nos materiais de escritório, digitalizar arquivos para reduzir custos de armazenamento, terceirizar atividades e setores, entre outras medidas. 

Experimente usar nossa planilha de custos e confira as despesas que sua empresa pode reduzir já. 

3. Reveja seus preços 

A formação de preços incorreta é uma das principais razões por trás de um faturamento insuficiente e resultado negativo.

Se você acha que o problema não está nos custos e na divulgação, é bem provável que seu preço de venda esteja abaixo ou acima do que deveria. 

Nesse caso, você terá que rever os preços considerando os custos da empresa, padrões da concorrência, percepção de valor do cliente, entre outros critérios — veja aqui como calcular preço de venda em detalhes.

4. Invista em marketing 

Se você acha que seu produto ou serviço tem potencial, mas não está chegando ao público-alvo como deveria, é hora de investir em marketing.

Para isso, você pode começar pelos 4 Ps do marketing:

  • Produto: vender produtos e serviços com diferenciais claros, pensados para resolver os problemas do seu público e agregar valor na vida das pessoas
  • Preço: precificar corretamente seus produtos ou serviços para atender às expectativas do público-alvo e se posicionar diante da concorrência
  • Praça: escolher um ponto de venda bem localizado ou os melhores canais de distribuição para o seu produto/serviço, ou mesmo garantir uma entrega rápida
  • Promoção: desenvolver campanhas, promoções e anúncios para atrair e engajar clientes, mirando sempre no público-alvo ideal para a sua marca.

Todas essas variáveis são essenciais para garantir que você esteja vendendo o produto/serviço certo para o público certo — e também no lugar certo e com a mensagem ideal.

Para saber mais, confira nossos artigos sobre planejamento de marketing, marketing digital, estratégias de marketing e automação de marketing.

5. Melhor seu processo de vendas

Também é muito comum ter problemas no próprio processo de vendas, que nem sempre é estruturado da forma correta para converter o maior número possível de clientes.

Para começar, você precisa ter um funil de vendas definido e conhecer muito bem a jornada do cliente para aumentar a taxa de sucesso dos vendedores.

Com um bom sistema ERP e CRM online, você consegue mapear cada passo dos clientes, acompanhar propostas e negociações, identificar os leads mais promissores e várias outras funções essenciais para agilizar as vendas. 

Veja também os diferentes tipos de vendas que você pode usar no seu negócio e algumas estratégias para aumentar as vendas

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6. Melhore a política de crédito e cobrança

Como vimos, o faturamento é uma previsão dos valores que vão entrar no seu caixa, principalmente quando você vende a prazo para pessoa física ou jurídica.

Logo, você precisa de uma boa política de crédito e cobrança para controlar os recebimentos e combater o problema da inadimplência no seu negócio. 

Isso significa definir critérios realistas para conceder crédito, fazer uma análise de crédito detalhada dos clientes e determinar prazos coerentes com sua necessidade de capital de giro. 

Além disso, é preciso ter um processo de cobrança estruturado e um controle rígido dos recebimentos pendentes. 

7. Aposte na retenção e fidelização dos clientes

Por fim, uma das formas mais efetivas de garantir um faturamento estável e um crescimento sustentável é apostar na retenção e fidelização de clientes.

Afinal, conseguir um novo cliente custa 5 vezes mais do que manter um cliente atual, como já dizia o pai do marketing Philip Kotler. 

Por isso vale a pena manter um bom relacionamento com seu cliente e investir em ações para continuar fazendo negócios com ele, como programas de fidelidade, ofertas especiais e táticas de up-selling e cross-selling — veja mais no artigo sobre como vender mais, melhor e sempre.  

Além disso, é essencial oferecer um atendimento personalizado para encantar seus clientes e garantir uma experiência memorável.

E lembre-se: quanto menor for o CAC (custo para adquirir novos clientes) e maior o Lifetime Value (valor gerado pelo cliente atual ao longo de seu ciclo de vida), melhor para os seus lucros. 

Melhore sua gestão e faturamento com a Conta Azul

Já imaginou uma plataforma de gestão online que ajuda você a gerenciar suas finanças, monitorar o faturamento e ainda controlar vendas, clientes e estoque?

A Conta Azul tem tudo isso e muito mais, pois é voltada especialmente para micro e pequenos empreendedores que querem decolar seu negócio e precisam de uma solução prática para isso.

Em um único sistema 100% online, você consegue acompanhar seu fluxo de caixa, analisar contas a pagar e a receber, emitir notas fiscais e boletos, sincronizar as contas com o banco, gerenciar vendas, controlar o estoque, entre outras funções essenciais.

Além disso, pode emitir o relatório de faturamento mensal para conseguir crédito e ter acesso a relatórios gerenciais mais completos como o DRE Gerencial, que mostra o resumo das receitas, custos e despesas em detalhes. 

E agora, ficou mais claro o que é faturamento e como usar esse indicador para ter sucesso no seu negócio?

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