A evolução dos sites de vendas online no Brasil

Sobre o que estamos falando?

  • Ter um site de vendas online é praticamente obrigatório para muitos segmentos atualmente, mas o mercado digital já foi um catálogo em CD;
  • Conhecer a história e o cenário atual das vendas online permite ter uma ampla visão sobre as tendências do futuro e tomar decisões promissoras para os negócios;
  • A única coisa que não muda mesmo desde antes de existir a internet é que um bom negócio só se mantém com uma gestão financeira eficiente. Nesse contexto, a tecnologia trouxe grandes avanços, como a Conta Azul Pro.

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Conhecer a evolução do e-commerce no Brasil permite que você se situe no mercado de sites de vendas online. O passado nos permite entender o presente e nos prepararmos para o futuro.

Quais foram os primeiros passos do comércio digital? E as empresas brasileiras que foram pioneiras nas vendas online?

Confira também relatórios recentes das principais entidades do e-commerce e quais são as tendências para os próximos anos. E mais, entenda como você pode conquistar o sucesso nesse meio através dos tópicos:

Site de vendas online e seu mercado promissor

Em 2021, o faturamento do e-commerce teve uma alta de 48,41%. Entre fevereiro e março de 2022, o aumento foi de 24,62%. Esses dados, fornecidos pelo MCC-NET, são atualizados frequentemente. Não é papo de entusiasta: o crescimento é real.

No entanto, esse número exclui dados do Mercado Livre, setores de viagens/turismo, investimento em anúncios, e apps de transporte e entrega de comida. Logo, qual deve ser o faturamento considerando pessoas que passaram a usar apps como Ifood e Uber?

As pessoas cada vez menos saem para passear e comprar o que encontrarem. Elas pensam no que querem, procuram na internet e compram dos primeiros que atenderem às suas necessidades de preço, qualidade e prazo de entrega.

Se você já tem um comércio físico e quer abrir um site de vendas online, avisamos que talvez seu concorrente já tenha saído na frente e feito o dele, então, cabe a você criar o seu também. Se não, é a sua oportunidade de ultrapassá-lo. 

Algumas empresas, na verdade, nem chegam a ter um site de vendas online propriamente dito. Uma boa presença nas redes sociais já ajuda muito. Por exemplo, algumas padarias vendem para o bairro através de encomendas feitas pelo WhatsApp, sem ter loja física.

Porém, opte por ter um site de vendas online e institucional. Ele dá seriedade, credibilidade e confiança para sua empresa.

No entanto, o site não faz o trabalho todo sozinho. Aprenda estratégias de vendas digitais.

Afinal, como tudo começou?

A internet só chegou ao Brasil nos anos 80, mas nos 60 o e-commerce já estava nascendo nos Estados Unidos. Claro, ainda não existiam as Amazons da vida, mas já existiam trocas de arquivos para solicitar produtos. Ou seja, comunicações frias de prospecção e compra.

Grandes empresas como o eBay foram aparecer online por volta da década de 90. Uma das causas foi o aumento do uso da ferramenta Eletronic Data Interchange (Intercâmbio Eletrônico de Datas), que servia para compartilhar arquivos e documentos de negócios entre as companhias.

Assim, essa e outras plataformas começaram a investir no fortalecimento do e-commerce e expansão para outros países, incluindo a criação das raízes de estratégias que se usam até hoje.

Os primeiros passos do comércio eletrônico no Brasil

No Brasil, essa história começou nos anos 90. Porém, foi tudo bem devagar, já que computadores eram bem caros e os celulares, também de mesmo preço, não acessavam a internet.

Nesse contexto, a primeira loja que teve sucesso no Brasil foi a Booknet, loja virtual de livros do carioca Jack London. Inclusive, mesmo sem saber, talvez você já conheça esse site, com o nome atual de Submarino.

Antes de irmos para o próximo passo na história da Booknet, é bom comentar que nessa época a Pão de Açúcar usava métodos alternativos de compras virtuais, adaptados para a época.

Ela distribuía CDs com o catálogo de seus produtos para que as pessoas enviassem pedido por fax ou e-mail. O pagamento era feito na hora da entrega.

Em 1999, um ano antes do Bug do Milênio, a Booknet se transformou no Submarino após ter sido comprada. Seu novo nome foi adaptado para facilitar sua expansão por países de língua portuguesa e espanhola.

O nome de um e-commerce é muito importante para sua expansão.

Outras empresas tiveram o início nessa mesma época, mas todas ainda engatinhando também. O e-commerce começou a sua ascensão nos anos 2000, quando a internet grátis começou no Brasil, facilitando o acesso a sites de vendas online. 

Hoje, os sites de vendas online brasileiros como a Americanas.com e o Mercado Livre são os dois maiores e-commerces da América Latina. E eles surgiram nessa época. Inclusive, a Submarino pertence agora ao mesmo grupo das lojas Americanas (Grupo B2W).


Fonte: Nuvemshop

A evolução do e-commerce na última década

Nos últimos 10 anos, a internet foi otimizada e se tornou acessível para cada vez mais pessoas. Pense que muitas empresas e prefeituras colocam internet grátis em praças públicas para qualquer um que ligar o wi-fi.

E, se as pessoas têm mais acesso ao mundo virtual, elas também têm mais acesso ao site de vendas online favorito delas. Esse site, atualmente, poderia ser o seu. Cada vez mais se abrem possibilidades para novos negócios digitais.

Segundo relatório da Ebit|Nielsen em 2020, divulgado pelo portal e-commercebrasil, as vendas digitais na internet brasileira apresentaram a maior alta nos últimos 20 anos.

O aumento de faturamento foi de 47%, com salto de 39% no número de pedidos e 47% de vendas em comparação com o primeiro semestre de 2019. Isso tudo antes da pandemia, que foi onde as vendas online cresceram ainda mais.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em fevereiro de 2022, previu para o resto do ano um aumento de R$ 169,5 bilhões no faturamento do e-commerce. O aumento é exponencial e talvez irreversível. 

Enquanto você lê esse texto, quantas vendas poderia ter gerado se tivesse um site de vendas online? Porém, não saia correndo para criar o seu. Leia abaixo dados que você precisa saber para planejar seu negócio digital.

5 dados sobre e-commerce que você precisa saber

 

Avanço no faturamento dos 3 principais sites de vendas online no último quadrimestre de 2022:

Lembre-se também que, por se tratarem de marketplaces, há muitos e-commerces hospedados, sem depender de um site de vendas online próprio. Usar essas plataformas é uma estratégia que você pode considerar ao criar seu comércio virtual:

Marketplace

Valor absoluto aproximado

Valor percentual

Mercado Livre

R$ 10,5 bilhões*

60,5%

Lojas Americanas

R$ 255,6 milhões

25,2%

Magalu

R$ 40 bilhões

28%

 

*Conversão aproximada do valor divulgado em dólares (US$ 2,1 bilhões).

Descubra como escolher o melhor marketplace para vender online.

Variação do e-commerce no começo de 2022

Estes são os principais índices de avaliação do e-commerce segundo a MCC-ENET. A metodologia se baseia na coleta de dados de vendas fornecidos por mais de 4.500 lojas do e-commerce em seus registros de vendas declaradas.

Março/2022

Índice de Vendas Online

22,03%

Índice de Faturamento Online

24,62%

Índice de Ticket Médio Online

2,12%

 

Descubra o que é ticket médio e como aumentar o seu.

Variação do e-commerce no começo de 2022 por região brasileira 

Esses dados também são fornecidos pela MCC-NET. É importante lembrar que o aumento significa apenas que o resultado final é maior que o inicial. Ou seja, o sudeste crescer 0,22% não significa que possui mercado menor que o do norte, que cresceu 23,28%.

Março/2022

Norte

23,28%

Nordeste

17,50%

Centro-oeste

2,04%

Sudeste

0,22%

Sul

3,53%

 

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Categorias mais procuradas

Ainda segundo o MCC-NET, estes foram os segmentos com maiores números de vendas no mês de fevereiro de 2022:

Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação

42,5%

Móveis e eletrodomésticos

28,7%

Tecidos, vestuário e calçados

10,5%

Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos

7,2%

Outros artigos de uso pessoal e doméstico

5,4%

Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo

3,9%

Livros, jornais, revistas e papelaria

1,8%

 

A matriz SWOT é uma ótima forma de avaliar o seu negócio antes de investir mais. 

Novos sucessos do e-commerce

Em dezembro de 2021, a startup Olist atingiu o status de unicórnio ao ser avaliada em US$ 1 bilhão. Apesar de não ser uma plataforma de vendas, ela ajuda sites de vendas online a anunciar seus produtos em marketplaces. 


Fonte: Exame

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Tendências no setor

Segundo o portal e-commercebrasil, estas são as 7 tendências para o mercado digital no ano de 2022, que incluem também soluções para as lojas virtuais:

  1. Pagamentos online;

  2. Experiência de compra personalizada;

  3. Recursos visuais diferenciados;

  4. Atendimento multicanal;

  5. Social Commerce;

  6. Mercado de Infoprodutos.

Você não precisa necessariamente de uma loja online para lucrar com e-commerce. Conheça a Estratégia do Oceano Azul.

Benefícios que uma boa estratégia de e-commerce pode trazer 

A história dos e-commerces nos mostra que as tendências e os hábitos dos consumidores mudam muito, são dinâmicos e um tanto imprevisíveis. Porém, uma coisa não muda entre as empresas de sucesso: todas elas têm boas estratégias e uma gestão eficiente.

Felizmente, o avanço da tecnologia permitiu a criação de novas ferramentas de administração empresarial. Um dos avanços mais interessantes são os ERPs — plataformas de gestão integrada que abraçam o financeiro, o estoque, e muito mais.

Ainda há ERPs como a Conta Azul Pro, que expandem o que uma plataforma de gestão financeira consegue fazer, oferecendo:

  • Acompanhamento otimizado de compra e vendas, incluindo rastreamento de envio e resposta de orçamentos;

  • Integração com mais de 50 aplicativos e plataformas auxiliares, que incluem soluções de automação de marketing, e-commerce, administração e muito mais;

  • Emissão automática de notas fiscais;

  • Emissão de relatórios para a contabilidade;

  • Fluxo de caixas diário e semanal;

  • Cadastro de clientes, produtos e serviços, fornecedores e transportadoras;

  • Conexão com bancos.

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Leia mais:

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